Quando a loja cresce: contratos, seminovos, catálogo online e CRM
Os módulos que entram depois, e para qual momento da loja cada um serve.
Ver esta tela na demonstraçãoOs módulos deste capítulo não são para o primeiro mês. Cada um responde a uma mudança concreta no jeito de a loja ganhar dinheiro — e enquanto essa mudança não acontece, ele fica desligado e o menu segue limpo.
Contratos B2B
Serve quando: você começa a atender empresa com mensalidade, não só balcão.
O contrato faz três coisas ao mesmo tempo. Ele cobra a mensalidade sozinho, mês a mês (a cobrança aparece em Contas a Receber e entra no caixa quando você dá baixa); ele governa o preço das O.S. daquele cliente — o que está incluso, o que tem desconto e o que é cobrado à parte, aplicado automaticamente nos itens; e ele mostra o trabalho ao cliente, num relatório mensal em PDF e num portal onde ele entra com login próprio e abre chamado.
O chamado cai numa fila com triagem, e vira O.S. com um clique — ou é encerrado sem O.S., que é o caso do "resolvi remoto em 15 minutos".
Cabem ainda os equipamentos do cliente com manutenção preventiva periódica, a franquia de visitas com cobrança do excedente e o aluguel de equipamento instalado no cliente. O contrato sai impresso com as cláusulas e pode ser assinado pelo celular, como a O.S.
Seminovos
Serve quando: você passa a comprar e revender aparelho usado, ou a aceitar aparelho na troca.
O estoque de seminovos é diferente do de peças porque cada aparelho é único: não existe "3 unidades de iPhone 11", existe aquele aparelho, com aquele IMEI, aquele estado e aquela margem. Cada unidade tem ficha técnica própria — processador, memória, tela, bateria e ciclos no notebook; IMEI, armazenamento e cor no celular.
Duas entradas possíveis: compra (sai dinheiro do caixa) e troca (não sai). Se o aparelho passou pela bancada, o custo de recondicionamento pode ser puxado de uma O.S. só informando o número dela. Na venda, o cliente pode dar outro aparelho na troca: o valor abate a venda e o aparelho entra no estoque.
E há um atalho que a loja usa mais do que imagina: a Calculadora de Compra faz o caminho inverso do preço — a partir do valor de revenda, diz o teto que você pode pagar pelo aparelho que está no balcão.
Catálogo Online
Serve quando: o cliente pergunta "o que vocês têm aí?" e alguém tem de fotografar a prateleira.
A loja publica os produtos do estoque numa página pública, em endereço fixo, e manda o link no WhatsApp. Você escolhe de quais estoques a vitrine sai e, dentro deles, pode marcar item a item o que aparece — porque na maioria das lojas há um estoque só, misturando o que se vende com o que é peça de bancada.
CRM e retorno do anúncio
Serve quando: você começa a pagar por anúncio e quer saber se o dinheiro voltou.
Quem clica no anúncio e manda mensagem entra no funil automaticamente, já com a campanha de origem identificada. O lead anda pelas etapas num quadro; quando vira cliente cadastrado, o sistema casa pelo telefone, move para "ganho" e preenche a fonte de indicação.
No fim, Retorno (ROI) põe lado a lado o que você gastou em cada campanha e a receita real dos clientes que vieram dela.
Os outros três
- Atendimento Externo — para quem busca, entrega ou atende na casa do cliente: o chamado nasce antes da O.S. (o cliente ao telefone raramente sabe marca e modelo), o técnico vê a agenda do dia no celular, abre a rota no mapa e faz check-in e check-out no local.
- Cobrança por boleto — boleto da O.S., da venda ou da mensalidade do contrato, com baixa automática quando o cliente paga.
- Assistente IA — análises escritas com os números reais da loja: o que mudou no resultado em relação ao mês anterior, quais O.S. paradas correm mais risco e quais peças acabam nos próximos dias.
Quer ver isso rodando na sua loja?
Este capítulo descreve uma tela real do byTechOS. Entre na demonstração para usá-la com dados de exemplo, ou comece o teste grátis na sua loja.